Os gestos e o gingado do Maestro

02/07/2012 00:00

 

 

 

Não há maneira de identificar e afirmar a essência sobre o que faz com que a condução de uma orquestra seja excelente, mesmo fazendo o que a faz  funcionar. Essencialmente reger uma orquestra é fazer com que os músicos dêem o melhor de si na interpretação e sejam capazes de usar sua energia e acessar  seus pontos de vista sobre a música. Há uma conexão entre o gesto, a presença física, a áura que o maestro pode projetar e que o músico produz . Assim Alan Gilbert, diretor artístico e Regente Titular da Filarmônica de Nova York, define a conexão entre a música e o gesto em reportagem de Daniel J. Walkin, para o The New York Times. Wal​kin  debruçou-se sobre um aspecto um tanto enigmático do mundo sinfônico: a conexão sutil e profunda entre a sinfonia de movimentos do maestro e a música que emana dos instrumentistas. Além de Gilbert, Wlakin convocou nomes de peso como James Colon, da Los Angeles Opera, James DePreist, ex-diretor de estudos orquestrais e de regência da Juilliard School, Xian Zhang da Orquestra Sinfônica di Milano Giuseppe Verdi, Yannick Nézet-Séguin, da Orqusetra da Filadélfia e Valery Gerviev, do Teatro Maryinsky em São Petersburgo, casa da ópera e do Balé Kirov. O repórter decompõe os movimentos de um regente em partes do corpo (mãos esquerda e direita, rosto, olhos e pulmões) e no cérebro. Afinal, como bem escreve é preciso lembrar que a arte de reger não se limita a gestos semafóricos. continue lendo  www.filarmonica.art.br//index.php/blog/posts/71     

Fonte: Jornal Folha de São Paulo- 22- 04- 2012, tradução e adaptação do Jornal "The New York Times".